quinta-feira, novembro 08, 2007

O mistério do quarto 311

À primeira vista pode parecer tratar-se de uma anedota (embora de mau gosto), mas contaram-me a história como sendo verídica, ainda que muito estranha. Mas, como se costuma dizer nestes casos, a fonte é absolutamente fidedigna.

Durante alguns meses acreditou-se que o quarto 311, do hospital Dom Pedro, em Aveiro, tinha uma maldição.

Todas as sextas-feiras de manhã, os enfermeiros descobriam um paciente morto neste quarto da unidade de cuidados intensivos.

É verdade que os pacientes tinham sido alvo de tratamentos de risco mas, no entanto, já se não encontravam em perigo de morte.

A equipa médica, perplexa, pensou que existisse alguma contaminação bacteriológica no ar do quarto.

Alertadas pelos familiares das vítimas, as autoridades conduziram um inquérito.

Os utentes do 311 continuaram, no entanto, a morrer e isso acontecia sempre à sexta-feira.


Por fim, foi colocada uma câmara no quarto pela Polícia Judiciária e o mistério resolveu-se: “todas as sextas-feiras de manhã, pelas 6 horas, a senhora da limpeza desligava o ventilador dos doentes para ligar o aspirador!!!"



A ser verdade, palavras para quê?

3 Comments:

At sexta-feira, novembro 09, 2007 9:59:00 da manhã, Anonymous Euzinha said...

Alguém deu formação à senhora? Como ia ela adivinhar que a fichinha não se podia desligar?

 
At sexta-feira, novembro 09, 2007 1:30:00 da tarde, Blogger Porcos no Espaço said...

Penso tratar-se de mais um mito urbano. Há uns anos ouvi a mesma história, mas passada num hospital sul-africano.

 
At sexta-feira, janeiro 04, 2008 4:56:00 da tarde, Anonymous Fernando Jorge said...

Éra bom que fosse em portugal, mas graças a deus não é. Podemos ter coisas pior mas esta mistério não nos diz respeito. Senão consultem os sites;
1) Http://www.fisiozone.com/mensagens-off-topic/783-o-misterio-do-quarto-311-a.html
2)
http://bacaninha.uol.com.br/home/secoes/contos/2003/10/o_misterio_do_quarto_311/index.html.

É questão da procurar mais no Goggle e a verdade será restabelecida.

Fernando Jorge.

 

Enviar um comentário

<< Home